Transformação do digital do negócio gera receitas e eleva marcas

Luanda – A aposta na transformação digital do negócio gera receitas e eleva qualquer marca ou mesmo instituição pública ou privada, atendendo o dinamismo que a tecnologia vai crescendo em Angola.

Segundo alguns participantes da Live que visou saudar os 25 anos da empresa Múltipla, Angola caminha de forma tímida com o negócio nas mais distintas plataformas e seguimentos, mas já consegue gerar algum valor financeiro tal como a recuperação de marcas.

O director de Informação da Televisão Pública de Angola (TPA), Cabingano Manuel, diz que a sua instituição tem um projecto denominado TPA memorias, que chegara a todas as plataformas digitais.

“Estamos a trabalhar no sentido de termos várias notícias em tempo real  em todas as plataformas existente”, reforçou.

Referiu que o êxito desta aposta passa pelas parceiras com alguns operadores de serviço da transformação digital.

Já o coach Marco Victor afirmou que as empresas ainda investem pouco na cultura corporativa, tornando-as, às vezes, vulneráveis.

“ A digitalização é algo que não temos que negar, porque é real e deve ser bem usada como forma de divulgação do nosso produto, além do mercado nacional, mas também além fronteiras” disse.

Garantiu que alguns passos foram dados, tendo realçado que, com a chegada da pandemia da Covid-19,  muitas são as empresas e grupos que investiram algum tempo neste segmento e não pararam as suas actividades, apesar das limitações.

Para Karine Manita, antiga modelo,  actriz e  influenciadora digital, Angola já deu passos significativos do ponto de vista do negócio digital, mas precisa de algum dinamismo. 

“Temos a obrigação de influenciar pelo bem do número de pessoas que faz isso. É cada vez maior e deveria ser institucionalizado porque já estamos a descontar para as finanças”, disse.

Por seu turno, o músico Paul G afirma que, com a chegada das plataformas streaming, os artistas tornaram-se independentes.

“ Desde de 2007 que estou nas plataformas digitais e consigo a minha independência financeira. Penso que outros também podem faze-lo”, disse.

A Live contou ainda com a participação da cantora Yola Semedo, que interpretou três temas do seu reportório.

O evento, uma iniciativa da Múltipla, empresa de soluções informáticas B2B, com serviços tecnológicos inéditos em Angola, onde várias personalidades debateram o tema “ Transformação Digital do Negócio.

Segundo alguns participantes da Live que visou saudar os 25 anos da empresa Múltipla, Angola caminha de forma tímida com o negócio nas mais distintas plataformas e seguimentos, mas já consegue gerar algum valor financeiro tal como a recuperação de marcas.

O director de Informação da Televisão Pública de Angola (TPA), Cabingano Manuel, diz que a sua instituição tem um projecto denominado TPA memorias, que chegara a todas as plataformas digitais.

“Estamos a trabalhar no sentido de termos várias notícias em tempo real  em todas as plataformas existente”, reforçou.

Referiu que o êxito desta aposta passa pelas parceiras com alguns operadores de serviço da transformação digital.

Já o coach Marco Victor afirmou que as empresas ainda investem pouco na cultura corporativa, tornando-as, às vezes, vulneráveis.

“ A digitalização é algo que não temos que negar, porque é real e deve ser bem usada como forma de divulgação do nosso produto, além do mercado nacional, mas também além fronteiras” disse.

Garantiu que alguns passos foram dados, tendo realçado que, com a chegada da pandemia da Covid-19,  muitas são as empresas e grupos que investiram algum tempo neste segmento e não pararam as suas actividades, apesar das limitações.

Para Karine Manita, antiga modelo,  actriz e  influenciadora digital, Angola já deu passos significativos do ponto de vista do negócio digital, mas precisa de algum dinamismo. 

“Temos a obrigação de influenciar pelo bem do número de pessoas que faz isso. É cada vez maior e deveria ser institucionalizado porque já estamos a descontar para as finanças”, disse.

Por seu turno, o músico Paul G afirma que, com a chegada das plataformas streaming, os artistas tornaram-se independentes.

“ Desde de 2007 que estou nas plataformas digitais e consigo a minha independência financeira. Penso que outros também podem faze-lo”, disse.

A Live contou ainda com a participação da cantora Yola Semedo, que interpretou três temas do seu reportório.

O evento, uma iniciativa da Múltipla, empresa de soluções informáticas B2B, com serviços tecnológicos inéditos em Angola, onde várias personalidades debateram o tema “ Transformação Digital do Negócio.