Benguela precisa de 100 autocarros para responder à demanda

  • Novos autocarros para transporte público
Catumbela – A província de Benguela precisa de pelo menos 100 autocarros em circulação para responder à crescente demanda de transporte público, admitiu, esta segunda-feira, a directora dos Transportes e Mobilidade Urbana, Cátia Cachucho.

Actualmente, a província, com várias operadoras privadas de transporte de passageiros, tem 45 autocarros em circulação, números que as autoridades consideram insuficientes para atender à mobilidade da população, principalmente na ligação para o interior.

Segundo a directora do Gabinete Provincial de Benguela dos Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana, essa quantidade não satisfaz as necessidades da região no que à mobilidade automóvel diz respeito, sobretudo nas rotas intermunicipais, devido a “avalanche” de passageiros.

E para minimizar o actual problema da mobilidade urbana, Cátia Cachucho estima que a província de Benguela precisaria de pelo menos uma frota de 100 autocarros em plena circulação.

Sem revelar a quantidade, a responsável adiantou que há um plano para que Benguela possa receber mais autocarros, no âmbito do programa do Ministério dos Transportes, sendo que cada veículo deverá custar mais de 59 milhões de kwanzas à operadora.

De igual modo, ressaltou alguns constrangimentos que vêm afectando o cumprimento por parte das operadoras das rotas dos transportes públicos para os municípios do interior da província.

“O problema da ligação Benguela/Cubal/Ganda já está, de certa forma, minimizado”, lembrou, acrescentando ainda que o sector tem instado as operadoras para que cumpram todas as rotas, incluindo a de Bocoio/Balombo, municípios situados a norte da província.

Para a gestora, é necessário que as operadoras que receberam autocarros, na sequência do concurso público realizado pelo Governo, cumpram com essas rotas do interior, onde a mobilidade da população é significativa. 

As operadoras, por sua vez, alegam constrangimentos que encontram na via, principalmente o facto de os passageiros terem perdido o hábito de esperar o autocarro nas paragens indicadas, como explica a responsável.

De 2020 até à presente data, Benguela já beneficiou de 42 novos autocarros, com 64 lugares cada. Diariamente, transportam centenas de passageiros em rotas interurbanas e intermunicipais, com as localidades do interior a merecerem especial atenção das operadoras.

Actualmente, a província, com várias operadoras privadas de transporte de passageiros, tem 45 autocarros em circulação, números que as autoridades consideram insuficientes para atender à mobilidade da população, principalmente na ligação para o interior.

Segundo a directora do Gabinete Provincial de Benguela dos Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana, essa quantidade não satisfaz as necessidades da região no que à mobilidade automóvel diz respeito, sobretudo nas rotas intermunicipais, devido a “avalanche” de passageiros.

E para minimizar o actual problema da mobilidade urbana, Cátia Cachucho estima que a província de Benguela precisaria de pelo menos uma frota de 100 autocarros em plena circulação.

Sem revelar a quantidade, a responsável adiantou que há um plano para que Benguela possa receber mais autocarros, no âmbito do programa do Ministério dos Transportes, sendo que cada veículo deverá custar mais de 59 milhões de kwanzas à operadora.

De igual modo, ressaltou alguns constrangimentos que vêm afectando o cumprimento por parte das operadoras das rotas dos transportes públicos para os municípios do interior da província.

“O problema da ligação Benguela/Cubal/Ganda já está, de certa forma, minimizado”, lembrou, acrescentando ainda que o sector tem instado as operadoras para que cumpram todas as rotas, incluindo a de Bocoio/Balombo, municípios situados a norte da província.

Para a gestora, é necessário que as operadoras que receberam autocarros, na sequência do concurso público realizado pelo Governo, cumpram com essas rotas do interior, onde a mobilidade da população é significativa. 

As operadoras, por sua vez, alegam constrangimentos que encontram na via, principalmente o facto de os passageiros terem perdido o hábito de esperar o autocarro nas paragens indicadas, como explica a responsável.

De 2020 até à presente data, Benguela já beneficiou de 42 novos autocarros, com 64 lugares cada. Diariamente, transportam centenas de passageiros em rotas interurbanas e intermunicipais, com as localidades do interior a merecerem especial atenção das operadoras.