CFL começa substituição de carris no primeiro semestre deste ano

  • Caminho de Ferro de Luanda
Luanda - O Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL) começa a substituir os actuais carris de 30 pelos de 50, no troço Zenza do Itombe (Cuanza Norte) até Cacusso (Malanje), numa extensão de 215 quilómetros, ainda no decorrer deste primeiro semestre.

Em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do CFL, Augusto Osório, explicou que o CFL começou a receber, em Dezembro de 2020, os novos carris de 50 para substituir os actuais de 30.

Os carris que são provenientes dos Caminhos- de-Ferro de Benguela (CFB) e de Moçamedes (CFM) estão a ser arrumados nas oficinas do CFL, em Luanda, para que ainda no primeiro semestre deste ano sejam aplicados nas linhas, com vista a garantir maior segurança na circulação das locomotivas.

Segundo o responsável, na linha a partir do  Zenza do Itombe/Cacusso serão substituídos os carris de 30 pelos de 50 e serão alargadas as curvas, que são um dos motivos do descarrilamento das locomotivas de Luanda com destino para Malanje.

Informou que na altura da reabilitação dos 424 quilómetros do corredor ferroviário Luanda/Cuanza Norte/Malanje, esse troço não foi intervencionado.

No âmbito do programa de modernização e expansão dos CFL-EP, a empresa recebeu 12 novas locomotivas do tipo GE C30 que até a data não circulam além do Zenza do Itombe, devido as dúvidas sobre a capacidade da infra-estrutura em absorver o peso das mesmas.

No entanto na quarta-feira, uma locomotiva do tipo GE C-30 do CFL composta por oito vagões de carga do tipo J, um forgon e uma carruagem de primeira classe, chegou à Malanje.

A deslocação da locomotiva tem como finalidade efectuar testes técnicos sobre a capacidade da linha férrea, no troço Zenza do Itombe/Cacuso, num percurso de 215 quilómetros.

Proveniente da estação dos Musseques em Luanda, a mesma visa igualmente avaliar as obras de arte (pontes e aquedutos) destinadas a suportar o peso dos comboios na referida linha.

Com a circulação dessas locomotivas, com uma capacidade de tracção de 22 toneladas por eixo, ao longo da malha ferroviária, abrem-se novas perspectivas para os Caminhos-de-Ferro de Luanda no transporte de carga e no alargamento da carteira de negócios.

 

 

 

 

Em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do CFL, Augusto Osório, explicou que o CFL começou a receber, em Dezembro de 2020, os novos carris de 50 para substituir os actuais de 30.

Os carris que são provenientes dos Caminhos- de-Ferro de Benguela (CFB) e de Moçamedes (CFM) estão a ser arrumados nas oficinas do CFL, em Luanda, para que ainda no primeiro semestre deste ano sejam aplicados nas linhas, com vista a garantir maior segurança na circulação das locomotivas.

Segundo o responsável, na linha a partir do  Zenza do Itombe/Cacusso serão substituídos os carris de 30 pelos de 50 e serão alargadas as curvas, que são um dos motivos do descarrilamento das locomotivas de Luanda com destino para Malanje.

Informou que na altura da reabilitação dos 424 quilómetros do corredor ferroviário Luanda/Cuanza Norte/Malanje, esse troço não foi intervencionado.

No âmbito do programa de modernização e expansão dos CFL-EP, a empresa recebeu 12 novas locomotivas do tipo GE C30 que até a data não circulam além do Zenza do Itombe, devido as dúvidas sobre a capacidade da infra-estrutura em absorver o peso das mesmas.

No entanto na quarta-feira, uma locomotiva do tipo GE C-30 do CFL composta por oito vagões de carga do tipo J, um forgon e uma carruagem de primeira classe, chegou à Malanje.

A deslocação da locomotiva tem como finalidade efectuar testes técnicos sobre a capacidade da linha férrea, no troço Zenza do Itombe/Cacuso, num percurso de 215 quilómetros.

Proveniente da estação dos Musseques em Luanda, a mesma visa igualmente avaliar as obras de arte (pontes e aquedutos) destinadas a suportar o peso dos comboios na referida linha.

Com a circulação dessas locomotivas, com uma capacidade de tracção de 22 toneladas por eixo, ao longo da malha ferroviária, abrem-se novas perspectivas para os Caminhos-de-Ferro de Luanda no transporte de carga e no alargamento da carteira de negócios.