CFL reafirma funcionamento de comboios de passageiros e mercadoria

Luanda – Os comboios de passageiros e de carga do Caminho-de-Ferro de Luanda vão continuar a circular, apesar dos amontoados de lixo depositados na linha férrea, reafirmou o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do CFL, Augusto Osório.

Em declarações à Angop, hoje (quinta-feira) , o responsável explicou que nos últimos meses têm se verificado uma concentração maior de lixo, sobretudo na zona que vai da  Estação do Bungo até depois  de Viana.

Disse que são frequentes as situações em que os maquinistas vêm-se obrigados a parar o comboio e munidos de pás e enxadas retirarem os resíduos sólidos para poderem prosseguir com a viagem.

Acrescentou ainda que o lixo nos carris altera as características técnicas da linha, pois os resíduos provocam insegurança na circulação dos comboios, tornando-se susceptíveis aos descarrilamentos.

 Caso a situação se torne insustentável o comboio terá de parar , mesmo que seja por algumas horas, até que a linha seja limpa pelos trabalhadores do CFL,  embora não seja o objecto social da empresa.

"O lixo depositado na linha é proveniente das residências construídas ao longo do muro de vedação do caminho-de-ferro e diariamente a quantidade de resíduos sólidos tende a aumentar ", lamentou Augusto Osório.

No seu entender, o início da chuva pode causar outros constrangimentos, já que os resíduos depositados em locais impróprios também podem ser arrastados para a linha que acabam bloqueadas pelo lixo, perigando a circulação do comboio.

A ANGOP constatou que os maiores focos de lixo, na linha férrea, encontram-se na zona da Estalagem (junto a igreja católica), do lado oposto da bacia de retenção do Coelho, junto de alguns supermercados, Rua da Brasileira, Guarda Passagem e nas imediações da paragem do Tio Show.

O afastamento do lixo junto da linha férrea continua a ser feito pelos técnicos do Caminho-de-ferro de Luanda  (CFL).

O CFL, inaugurado em 1909, tem uma extensão de 460 quilômetros e liga a capital do país com às províncias do Cuanza Norte e Malanje.

Em declarações à Angop, hoje (quinta-feira) , o responsável explicou que nos últimos meses têm se verificado uma concentração maior de lixo, sobretudo na zona que vai da  Estação do Bungo até depois  de Viana.

Disse que são frequentes as situações em que os maquinistas vêm-se obrigados a parar o comboio e munidos de pás e enxadas retirarem os resíduos sólidos para poderem prosseguir com a viagem.

Acrescentou ainda que o lixo nos carris altera as características técnicas da linha, pois os resíduos provocam insegurança na circulação dos comboios, tornando-se susceptíveis aos descarrilamentos.

 Caso a situação se torne insustentável o comboio terá de parar , mesmo que seja por algumas horas, até que a linha seja limpa pelos trabalhadores do CFL,  embora não seja o objecto social da empresa.

"O lixo depositado na linha é proveniente das residências construídas ao longo do muro de vedação do caminho-de-ferro e diariamente a quantidade de resíduos sólidos tende a aumentar ", lamentou Augusto Osório.

No seu entender, o início da chuva pode causar outros constrangimentos, já que os resíduos depositados em locais impróprios também podem ser arrastados para a linha que acabam bloqueadas pelo lixo, perigando a circulação do comboio.

A ANGOP constatou que os maiores focos de lixo, na linha férrea, encontram-se na zona da Estalagem (junto a igreja católica), do lado oposto da bacia de retenção do Coelho, junto de alguns supermercados, Rua da Brasileira, Guarda Passagem e nas imediações da paragem do Tio Show.

O afastamento do lixo junto da linha férrea continua a ser feito pelos técnicos do Caminho-de-ferro de Luanda  (CFL).

O CFL, inaugurado em 1909, tem uma extensão de 460 quilômetros e liga a capital do país com às províncias do Cuanza Norte e Malanje.