CFM assinala 116 anos com foco na manutenção de empregos

  • Sede do Caminho de Ferro de Moçâmedes "CFM" (ARQUIVO)
  • Huíla: Daniel Quipaxe, PCA do Caminho de Ferro de Moçâmedes
Lubango – O Caminho-de-ferro de Moçâmedes (CFM) E.P. assinala hoje, terça-feira, 116 anos de existência, com o foco na melhoria das condições de trabalho dos funcionários, na rentabilidade e manutenção dos postos de trabalho.

O estabelecimento de novas parcerias é apontado como o caminho a seguir para o alcance dessas metas.

Actualmente, para além de passageiros na rota Lubango/Menongue, a empresa dedica-se ao transporte de ferro bruto, madeira, combustíveis, produção agrícola e pecuária, num traçado de 905 quilómetros (Namibe-Huíla-Cuando Cubango).

Numa mensagem aos trabalhadores para assinalar a data, cujas comemorações têm lugar em Menongue (Cuando Cubango), o seu presidente do conselho de administração, Daniel João Quipaxe, admitiu que "os tempos são difíceis", mas a empresa mantém a sua responsabilidade social para com os trabalhadores.

Na nota, escreve que vislumbra-se um futuro melhor, mas para tal é necessário que todos os colaboradores se empenhem e ajudem a criar uma empresa forte.

“Todos nós fazemos parte dessa história e é essa união que nos faz ir à frente, alcançar metas, concluir objectivos e conquistas, por isso reafirmamos o valor que damos aos colaboradores”, lê-se na mensagem.

A entrada em cena da nova geração de locomotivas destinadas ao transporte urbano de passageiros é o próximo passo da empresa pública. Esses meios vão aumentar o número de utentes de 47 mil/mês para mais de 200 mil.

Trata-se de três locomotivas das chamadas Unidades Multiplas Diesel (DMU) automotoras, vocacionadas ao transporte específico urbano e interurbano de passagueiros, adquiridas pelo Ministério dos Transportes e que em breve devem chegar à Huíla. 

As DMU são um protótipo de novos veículos ferroviários que podem transportar até 700 passagueiros por dia.

São três comboios automotores que vão percorrer um traçado de 68 quilómetros de linha, desde a Chela até à Chanja passando pela cidade do Lubango, no sentido descendente e ascendente com 17 paragens e previsão de transportar um milhão e 670 mil passageiros durante o ano.

Com mil e 500 trabalhadores espalhados pelas províncias da Huíla (onde tem a sede), Namibe e Cuando Cubango, o CFM faz actualmente quatro frequências semanais no trajecto Lubango/Menongue (vice-versa) e um comboio de carga diário Lubango/Namibe, que transporta perto de duas mil toneladas.  

O estabelecimento de novas parcerias é apontado como o caminho a seguir para o alcance dessas metas.

Actualmente, para além de passageiros na rota Lubango/Menongue, a empresa dedica-se ao transporte de ferro bruto, madeira, combustíveis, produção agrícola e pecuária, num traçado de 905 quilómetros (Namibe-Huíla-Cuando Cubango).

Numa mensagem aos trabalhadores para assinalar a data, cujas comemorações têm lugar em Menongue (Cuando Cubango), o seu presidente do conselho de administração, Daniel João Quipaxe, admitiu que "os tempos são difíceis", mas a empresa mantém a sua responsabilidade social para com os trabalhadores.

Na nota, escreve que vislumbra-se um futuro melhor, mas para tal é necessário que todos os colaboradores se empenhem e ajudem a criar uma empresa forte.

“Todos nós fazemos parte dessa história e é essa união que nos faz ir à frente, alcançar metas, concluir objectivos e conquistas, por isso reafirmamos o valor que damos aos colaboradores”, lê-se na mensagem.

A entrada em cena da nova geração de locomotivas destinadas ao transporte urbano de passageiros é o próximo passo da empresa pública. Esses meios vão aumentar o número de utentes de 47 mil/mês para mais de 200 mil.

Trata-se de três locomotivas das chamadas Unidades Multiplas Diesel (DMU) automotoras, vocacionadas ao transporte específico urbano e interurbano de passagueiros, adquiridas pelo Ministério dos Transportes e que em breve devem chegar à Huíla. 

As DMU são um protótipo de novos veículos ferroviários que podem transportar até 700 passagueiros por dia.

São três comboios automotores que vão percorrer um traçado de 68 quilómetros de linha, desde a Chela até à Chanja passando pela cidade do Lubango, no sentido descendente e ascendente com 17 paragens e previsão de transportar um milhão e 670 mil passageiros durante o ano.

Com mil e 500 trabalhadores espalhados pelas províncias da Huíla (onde tem a sede), Namibe e Cuando Cubango, o CFM faz actualmente quatro frequências semanais no trajecto Lubango/Menongue (vice-versa) e um comboio de carga diário Lubango/Namibe, que transporta perto de duas mil toneladas.