Cinco empresas disputam gestão do Corredor do Lobito

  • Corredor do Lobito continua a atrair investidores
Luanda - As empresas Mota Engil, de Portugal, CITIC e CR20 (China), Trafigura (Suíça) e DP World (EAU) disputam a gestão e manutenção do Corredor do Porto do Lobito, colocada em concurso público desde o dia oito de Setembro.

Até ao momento, as referidas multinacionais são as únicas candidatas ao concurso internacional para a gestão e manutenção das infra-estruturas desse “activo económico”, de acordo com uma nota do Ministério dos Transportes a que ANGOP teve acesso hoje.

As cinco empresas deram início, segunda-feira (18 de Outubro), a uma série de visitas técnicas para constatar o seu estado actual e sua operacionalidade.

“Por agora, as Empresas Mota Engil, CITIC, CR20, Trafigura e DP World, cujos representantes visitaram as Oficinas Gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde será instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, no Compão, são as únicas a disputar interesse no Corredor do Lobito”, refere a nota.

No quadro da visita, as mesmas deslocaram-se ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, outra infra-estrutura também integrada no Concurso internacional de Concessão.

Posteriormente, a delegação vai partir também para o município do Luau, com o objectivo de visitar as principais infra-estruturas localizadas ao longo da linha férrea, passando pelas províncias do Huambo, Bié e pela cidade do Luena, esta última no Moxico.

As visitas estão a ser acompanhadas por uma delegação conjunta que integra representantes dos Caminhos de Ferro de Benguela e da Empresa Portuária do Lobito.

Sobre o Corredor do Porto do Lobito

Segundo apurou a ANGOP, o prazo de submissão de propostas ao concurso vai até ao dia sete de Dezembro, tendo a concessão um prazo de 30 anos, período em que o concessionário (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com predominância para minérios e combustíveis.

Enquanto isso, o serviço público de transporte de passageiros e de pequena carga permanecerá sob gestão do CFB.

Com isso, o Executivo angolano pretende garantir a maximização e potenciação económica da infra-estrutura ferroviária do Corredor do Lobito, dinamizar as economias provinciais, para permitir gerar novos postos de trabalhos directos e indirectos para os cidadãos nacionais.

O concurso internacional para a gestão e manutenção das infra-estruturas do Corredor do Lobito visa promover o desenvolvimento económico, social e cultural das comunidades locais, de forma a incentivar a produção nacional, ao longo de todo o perímetro da concessão.

A reactivação do Corredor do Lobito insere-se nos esforços do Executivo de reforçar a integração regional e materializar os compromissos da sub-região, tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, assim como a construção de um ramal para a Zâmbia.

O mesmo foi alvo de investimentos na ordem de 1,9 mil milhões de dólares americanos.

Até ao momento, as referidas multinacionais são as únicas candidatas ao concurso internacional para a gestão e manutenção das infra-estruturas desse “activo económico”, de acordo com uma nota do Ministério dos Transportes a que ANGOP teve acesso hoje.

As cinco empresas deram início, segunda-feira (18 de Outubro), a uma série de visitas técnicas para constatar o seu estado actual e sua operacionalidade.

“Por agora, as Empresas Mota Engil, CITIC, CR20, Trafigura e DP World, cujos representantes visitaram as Oficinas Gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde será instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, no Compão, são as únicas a disputar interesse no Corredor do Lobito”, refere a nota.

No quadro da visita, as mesmas deslocaram-se ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, outra infra-estrutura também integrada no Concurso internacional de Concessão.

Posteriormente, a delegação vai partir também para o município do Luau, com o objectivo de visitar as principais infra-estruturas localizadas ao longo da linha férrea, passando pelas províncias do Huambo, Bié e pela cidade do Luena, esta última no Moxico.

As visitas estão a ser acompanhadas por uma delegação conjunta que integra representantes dos Caminhos de Ferro de Benguela e da Empresa Portuária do Lobito.

Sobre o Corredor do Porto do Lobito

Segundo apurou a ANGOP, o prazo de submissão de propostas ao concurso vai até ao dia sete de Dezembro, tendo a concessão um prazo de 30 anos, período em que o concessionário (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com predominância para minérios e combustíveis.

Enquanto isso, o serviço público de transporte de passageiros e de pequena carga permanecerá sob gestão do CFB.

Com isso, o Executivo angolano pretende garantir a maximização e potenciação económica da infra-estrutura ferroviária do Corredor do Lobito, dinamizar as economias provinciais, para permitir gerar novos postos de trabalhos directos e indirectos para os cidadãos nacionais.

O concurso internacional para a gestão e manutenção das infra-estruturas do Corredor do Lobito visa promover o desenvolvimento económico, social e cultural das comunidades locais, de forma a incentivar a produção nacional, ao longo de todo o perímetro da concessão.

A reactivação do Corredor do Lobito insere-se nos esforços do Executivo de reforçar a integração regional e materializar os compromissos da sub-região, tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, assim como a construção de um ramal para a Zâmbia.

O mesmo foi alvo de investimentos na ordem de 1,9 mil milhões de dólares americanos.