Ferryboat Cabinda já em Angola

  • Barco
Luanda - A embarcação Ferryboat, que vai ligar as províncias de Cabinda, Zaire (Soyo) e Luanda, chegou, sexta-feira, ao país para integrar a frota de Catamarãs da Secil Marítima.

Fabricado na Holanda, o Ferryboat, com cerca de 48 metros de comprimento e uma velocidade máxima de 20,5 milhas náuticas por hora,  possui uma  capacidade para 60 passageiros, nove  contentores e dez  veículos.

O objectivo desta aquisição é a superar a descontinuidade geográfica de Cabinda e melhorar as condições de vida das populações e a economia da província.

O Ferryboat Cabinda, que vai assegurar o transporte marítimo de carga e de passageiros no trajecto Luanda-Soyo-Cabinda e vice-versa, foi descarregado no domingo, dia 02.

Segundo nota do Ministério dos Transportes a que a ANGOP teve acesso, a operação foi bem-sucedida, com observância de todas as medidas de segurança e de protecção, não registando qualquer dano, a nenhum membro das equipas envolvidas na operação.

Com a chegada do Ferry, a província de Cabinda (enclave) passa a contar com mais uma via de transporte, a marítima, além da via aérea, a única até ao momento, em função da descontinuidade geográfica.

 

Fabricado na Holanda, o Ferryboat, com cerca de 48 metros de comprimento e uma velocidade máxima de 20,5 milhas náuticas por hora,  possui uma  capacidade para 60 passageiros, nove  contentores e dez  veículos.

O objectivo desta aquisição é a superar a descontinuidade geográfica de Cabinda e melhorar as condições de vida das populações e a economia da província.

O Ferryboat Cabinda, que vai assegurar o transporte marítimo de carga e de passageiros no trajecto Luanda-Soyo-Cabinda e vice-versa, foi descarregado no domingo, dia 02.

Segundo nota do Ministério dos Transportes a que a ANGOP teve acesso, a operação foi bem-sucedida, com observância de todas as medidas de segurança e de protecção, não registando qualquer dano, a nenhum membro das equipas envolvidas na operação.

Com a chegada do Ferry, a província de Cabinda (enclave) passa a contar com mais uma via de transporte, a marítima, além da via aérea, a única até ao momento, em função da descontinuidade geográfica.