IATA aprova resolução para eliminar emissão de dióxido de carbono

Luanda - A 77ª Assembleia Geral Anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IAT) aprovou uma resolução para reduzir a zero a emissão de dióxido carbono (Co2) até 2050 na atmosfera.

Nesta reunião, que decorreu na cidade de Boston, Estados Unidos da América (EUA), entre os dias 03 e 05 do corrente mês, Angola foi representada pela companhia de bandeira –TAAG, através do Presidente da Comissão Executiva, Rui Carreira.

O ponto alto dessa assembleia da IATA foi o compromisso firmado pelos membros de evitar que o aquecimento global exceda 1,5°c, alinhando-se ao objectivo do Acordo de Paris.

"As companhias aéreas do mundo inteiro tomaram uma decisão importante para garantir que voar seja uma actividade sustentável”, refere o documento final.

Conforme o informe,  a reconexão pós-covid-19 está num caminho rumo a zero emissão líquida e isso vai garantir a liberdade das gerações futuras de explorar, aprender, comercializar, construir mercados, valorizar culturas e conectar-se com pessoas de todo o mundo de forma sustentável.

“Com os esforços colectivos de toda a cadeia de valor e políticas governamentais de apoio, a aviação alcançará zero emissão líquida até 2050", lê-se.

Para atingir esse objectivo, esclarece a nota final, e atender aos dez bilhões de pessoas que devem voar até 2050, as companhias precisam reduzir pelo menos 1,8 gigatonelada de carbono até ao final do corrente ano.

“O compromisso de atingir zero emissão líquida implica que um total acumulado de 21,2 gigatoneladas de dióxido carbono será eliminado até 2050", reforça a recomendação final.

Consta da estratégia de redução da emissão de Co2, algumas soluções do sector como combustíveis de aviação sustentáveis, novas tecnologias de aeronaves, operações e infra-estrutura mais eficientes e o desenvolvimento de novas fontes de energia com emissão zero, como energia eléctrica e a partir do Hidrogénio.

“A divisão real e a trajectória para chegar ao objectivo dessa redução,  depende de soluções mais económicas, em um certo momento, mas, a única maneira de realizar este plano com sucesso será com a cadeia de valor e os governos cumprindo seu papel”, conclui o relatório final.

Nesta reunião, que decorreu na cidade de Boston, Estados Unidos da América (EUA), entre os dias 03 e 05 do corrente mês, Angola foi representada pela companhia de bandeira –TAAG, através do Presidente da Comissão Executiva, Rui Carreira.

O ponto alto dessa assembleia da IATA foi o compromisso firmado pelos membros de evitar que o aquecimento global exceda 1,5°c, alinhando-se ao objectivo do Acordo de Paris.

"As companhias aéreas do mundo inteiro tomaram uma decisão importante para garantir que voar seja uma actividade sustentável”, refere o documento final.

Conforme o informe,  a reconexão pós-covid-19 está num caminho rumo a zero emissão líquida e isso vai garantir a liberdade das gerações futuras de explorar, aprender, comercializar, construir mercados, valorizar culturas e conectar-se com pessoas de todo o mundo de forma sustentável.

“Com os esforços colectivos de toda a cadeia de valor e políticas governamentais de apoio, a aviação alcançará zero emissão líquida até 2050", lê-se.

Para atingir esse objectivo, esclarece a nota final, e atender aos dez bilhões de pessoas que devem voar até 2050, as companhias precisam reduzir pelo menos 1,8 gigatonelada de carbono até ao final do corrente ano.

“O compromisso de atingir zero emissão líquida implica que um total acumulado de 21,2 gigatoneladas de dióxido carbono será eliminado até 2050", reforça a recomendação final.

Consta da estratégia de redução da emissão de Co2, algumas soluções do sector como combustíveis de aviação sustentáveis, novas tecnologias de aeronaves, operações e infra-estrutura mais eficientes e o desenvolvimento de novas fontes de energia com emissão zero, como energia eléctrica e a partir do Hidrogénio.

“A divisão real e a trajectória para chegar ao objectivo dessa redução,  depende de soluções mais económicas, em um certo momento, mas, a única maneira de realizar este plano com sucesso será com a cadeia de valor e os governos cumprindo seu papel”, conclui o relatório final.