MPLA sugere construção de estação do CFL na Centralidade KM44

Luanda - Os membros do comité provincial do MPLA, em Luanda, sugeriram, nesta sexta-feira, a construção de uma estação dos caminhos-de-ferro de Luanda (CFL), mas imediações da Centralidade do KM44, com vista a evitar os aglomerados de pessoas nas paragens de táxis.

Essa sugestão foi feita durante a visita do segundo secretário provincial, Nelson Funete, as instalações do CFL com o objectivo de se inteirar do funcionamento da empresa ferroviária.

A secretária para os assuntos económicos e social do MPLA em Luanda, Cláudia Jacira, manifestou preocupação face ao aglomerado de pessoas nas estações de Viana e Icolo e Bengo, uma situação preocupante devido à pandemia da Covid-19.

Cláudia Jacira avançou que o MPLA levou as suas contribuições, sendo a primeira relacionada com o pedido de socorro dos moradores que vivem nos arredores do KM44 sobre a necessidade da construção de uma estação na zona e a segunda o aumento das composições no período da manhã e da tarde.

Em relação ao  lixo no ramal do CFL, no trajecto Bungo/ Baia, explicou ser uma situação geral e a ser estudada.

O Presidente do Conselho de Administração do CFL, Júlio Bango, disse que a principal preocupação é a invasão da linha férrea por focos de lixo, impossibilitando que as composições circulem com normalidade.

A vandalização da cerca, em toda linha, e a localização de pontos de venda na linha férrea tem estado a causar constrangimentos.

Júlio Bango disse não entender esse comportamento dos munícipes, questionando se não existem outros locais onde pode ser depositado o lixo, que não seja a linha do comboio.

Acrescentou que para a retirada dos resíduos, o CFL tem realizado algumas campanha de limpeza para mitigar a situação, embora não seja a função da empresa ferroviária.

Quanto às locomotivas novas nas oficinas gerais do CFL, o PCA explicou que aguardam a vinda dos fabricantes para os ensaios exigidos no terreno, para em seguida preparar o pessoal que vai manusear o equipamento.

 Esclareceu que as locomotivas não circularam, porque chegaram em Março de 2020, numa altura em que o país e o mundo começaram a viver com à Covid-19 e as fronteiras fecharam, impossibilitando o fabricante de escalar o país.

Relativamente aos constrangimentos no troço Zenza/Cacusso, informou que os  220 quilómetros carecem de uma intervenção, reforçando alguns pontos críticos na própria linha, correcções dos problemas das curvas, transições, rampas e áreas com carris.

Essa sugestão foi feita durante a visita do segundo secretário provincial, Nelson Funete, as instalações do CFL com o objectivo de se inteirar do funcionamento da empresa ferroviária.

A secretária para os assuntos económicos e social do MPLA em Luanda, Cláudia Jacira, manifestou preocupação face ao aglomerado de pessoas nas estações de Viana e Icolo e Bengo, uma situação preocupante devido à pandemia da Covid-19.

Cláudia Jacira avançou que o MPLA levou as suas contribuições, sendo a primeira relacionada com o pedido de socorro dos moradores que vivem nos arredores do KM44 sobre a necessidade da construção de uma estação na zona e a segunda o aumento das composições no período da manhã e da tarde.

Em relação ao  lixo no ramal do CFL, no trajecto Bungo/ Baia, explicou ser uma situação geral e a ser estudada.

O Presidente do Conselho de Administração do CFL, Júlio Bango, disse que a principal preocupação é a invasão da linha férrea por focos de lixo, impossibilitando que as composições circulem com normalidade.

A vandalização da cerca, em toda linha, e a localização de pontos de venda na linha férrea tem estado a causar constrangimentos.

Júlio Bango disse não entender esse comportamento dos munícipes, questionando se não existem outros locais onde pode ser depositado o lixo, que não seja a linha do comboio.

Acrescentou que para a retirada dos resíduos, o CFL tem realizado algumas campanha de limpeza para mitigar a situação, embora não seja a função da empresa ferroviária.

Quanto às locomotivas novas nas oficinas gerais do CFL, o PCA explicou que aguardam a vinda dos fabricantes para os ensaios exigidos no terreno, para em seguida preparar o pessoal que vai manusear o equipamento.

 Esclareceu que as locomotivas não circularam, porque chegaram em Março de 2020, numa altura em que o país e o mundo começaram a viver com à Covid-19 e as fronteiras fecharam, impossibilitando o fabricante de escalar o país.

Relativamente aos constrangimentos no troço Zenza/Cacusso, informou que os  220 quilómetros carecem de uma intervenção, reforçando alguns pontos críticos na própria linha, correcções dos problemas das curvas, transições, rampas e áreas com carris.