Transportes reforça frota do Lubango com novos autocarros

  • Huila: Transporte colectivo no Lubango
Lubango – Dez novos autocarros reforçam, até ao final deste mês, a frota de 30 em actividade na cidade do Lubango, capital da Huíla, como forma de reduzir as enchentes nas paragens e melhorar a mobilidade urbana.

A redução da capacidade de lotação para 75 por cento nos autocarros devido à Covid-19, deixa às paragens abarrotadas de pessoas, gerando confusão no momento de acedê-los, com todos os riscos de contaminação decorrentes.

Da centralidade da Quilemba, a 15 quilómetros da cidade, que conta com sete dos 30 autocarros disponíveis, saem a maior parte das reclamações dos utentes.

Em entrevista hoje, quarta-feira, à Angop no Lubango, a directora do gabinete dos transportes e mobilidade urbana, Gracinda Gonçalves, fez saber que está lançado um concurso público para operadores que queiram explorar os dez novos autocarros, com vista a minimizar os constrangimentos.

Segundo a responsável, os meios disponíveis operam em sete rotas, pelo que a entrada em actividade de novos meios, duas novas devem ser adiccionadas, nomeadamente cidade/Mapunda e cidade/Kwawa.

Conforme a directora, só o Lubango tem uma necessidade de 75 autocarros, para reduzir a pressão e melhorar a mobilidade, daí ter convidado os taxitas a optarem também pela rota da centralidade, onde a demanda é maior.

Quanto as reclamações dos moradores daquela centralidade, a respeito de uma suposta “fraca” capacidade dos operadores, a gestora justificou que a redução da lotação por conta da Covid-19, faz com que pelo menos 20 passageiros tenham de ficar em terra a cada viagem.

Três operadoras exploram as rotas definidas pelo gabinete, em função do grau de procura, sendo Arco-Íris/Mutundo, Arco-Íris/Tchioco, Arco-Íris/Centralidade da Quilemba, Arco-Íres/Rio Nangombe, cidade/Verdinha, Paraça nova/Mutundo e Tchioco/Mutundo, em autocarros de 62 lugares.

 

A redução da capacidade de lotação para 75 por cento nos autocarros devido à Covid-19, deixa às paragens abarrotadas de pessoas, gerando confusão no momento de acedê-los, com todos os riscos de contaminação decorrentes.

Da centralidade da Quilemba, a 15 quilómetros da cidade, que conta com sete dos 30 autocarros disponíveis, saem a maior parte das reclamações dos utentes.

Em entrevista hoje, quarta-feira, à Angop no Lubango, a directora do gabinete dos transportes e mobilidade urbana, Gracinda Gonçalves, fez saber que está lançado um concurso público para operadores que queiram explorar os dez novos autocarros, com vista a minimizar os constrangimentos.

Segundo a responsável, os meios disponíveis operam em sete rotas, pelo que a entrada em actividade de novos meios, duas novas devem ser adiccionadas, nomeadamente cidade/Mapunda e cidade/Kwawa.

Conforme a directora, só o Lubango tem uma necessidade de 75 autocarros, para reduzir a pressão e melhorar a mobilidade, daí ter convidado os taxitas a optarem também pela rota da centralidade, onde a demanda é maior.

Quanto as reclamações dos moradores daquela centralidade, a respeito de uma suposta “fraca” capacidade dos operadores, a gestora justificou que a redução da lotação por conta da Covid-19, faz com que pelo menos 20 passageiros tenham de ficar em terra a cada viagem.

Três operadoras exploram as rotas definidas pelo gabinete, em função do grau de procura, sendo Arco-Íris/Mutundo, Arco-Íris/Tchioco, Arco-Íris/Centralidade da Quilemba, Arco-Íres/Rio Nangombe, cidade/Verdinha, Paraça nova/Mutundo e Tchioco/Mutundo, em autocarros de 62 lugares.