Mototaxistas elevam preço de corrida em Mbanza Kongo

  • Falta de combustível provoca alta de preço da corrida dos serviços de mototáxi em Mbanza Kongo
Mbanza Kongo – O preço da corrida de táxi motorizado na cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, subiu de 150 para 300 Kwanzas, há três dias, iniciativa justificada pela dificuldade na aquisição de combustível (gasolina) na localidade.

Segundo alguns mototaxistas, que falaram esta terça-feira à ANGOP, o preço do litro da gasolina subiu de 250 para 400 Kwanzas, no mercado informal local, dada a escassez nas bombas oficiais (Sonangol e Pumangol).

Alegaram que os dois maiores postos de venda de combustível, nesta cidade, estão sempre com carência do produto, facto que motivou os revendedores do mercado informal a especularem o preço.

Os motociclistas acusaram ainda os trabalhadores das duas bombas de combustível de privilegiarem a venda a senhoras que aparecem com bidões de 25 litros, em detrimento dos detentores de viaturas e motociclos.

O motoqueiro, João Baptista, que exerce actividade de táxi, queixou-se das dificuldades na aquisição de gasolina nos depósitos oficiais, onde chega a pernoitar para abastecer o reservatório do seu meio.

Mengi Lukamba Almeida, também mototaxista, chama a atenção às autoridades policiais, no sentido de porem cobro a venda de combustível em bidões, por entender que este procedimento fomenta o contrabando do produto para a vizinha República Democrática do Congo (RDC).

António Ngangu Júnior sugeriu a abertura de mais bombas de gasolina com maior capacidade de armazenamento em Mbanza Kongo.

Justificou que esta cidade já regista um tráfego rodoviário fora do comum, sendo ainda, nos dias que correm, o ponto de passagem de centenas de camiões que transportam mercadorias diversas na rota Luanda/RDC e Cabinda e vice-versa.

O presidente da Associação dos Taxistas do Zaire, Manuel Pedro Nzinga, disse desconhecer qualquer orientação no sentido da subida da tarifa de táxi, tendo repudiado este procedimento dos seus membros.

Reagindo à situação, o chefe de secção dos transportes, tráfego e mobilidade da Administração Municipal de Mbanza Kongo, Manuel Mantantu Júnior, disse que decisão unilateral de subida do preço do táxi constitui uma transgressão administrativa.

Prometeu convocar um encontro com os mototaxistas para uma abordagem consensual do assunto, frisando que a tarifa regulamentada varia entre os 150 e 200 Kwanzas, de acordo com o trajecto de corrida de táxi.

Fez saber que as autoridades administrativas locais controlam 264 motoqueiros que exercem a actividade de táxi, que movimentam a maior parte dos munícipes locais para dentro e fora da cidade.

 

 

 

Segundo alguns mototaxistas, que falaram esta terça-feira à ANGOP, o preço do litro da gasolina subiu de 250 para 400 Kwanzas, no mercado informal local, dada a escassez nas bombas oficiais (Sonangol e Pumangol).

Alegaram que os dois maiores postos de venda de combustível, nesta cidade, estão sempre com carência do produto, facto que motivou os revendedores do mercado informal a especularem o preço.

Os motociclistas acusaram ainda os trabalhadores das duas bombas de combustível de privilegiarem a venda a senhoras que aparecem com bidões de 25 litros, em detrimento dos detentores de viaturas e motociclos.

O motoqueiro, João Baptista, que exerce actividade de táxi, queixou-se das dificuldades na aquisição de gasolina nos depósitos oficiais, onde chega a pernoitar para abastecer o reservatório do seu meio.

Mengi Lukamba Almeida, também mototaxista, chama a atenção às autoridades policiais, no sentido de porem cobro a venda de combustível em bidões, por entender que este procedimento fomenta o contrabando do produto para a vizinha República Democrática do Congo (RDC).

António Ngangu Júnior sugeriu a abertura de mais bombas de gasolina com maior capacidade de armazenamento em Mbanza Kongo.

Justificou que esta cidade já regista um tráfego rodoviário fora do comum, sendo ainda, nos dias que correm, o ponto de passagem de centenas de camiões que transportam mercadorias diversas na rota Luanda/RDC e Cabinda e vice-versa.

O presidente da Associação dos Taxistas do Zaire, Manuel Pedro Nzinga, disse desconhecer qualquer orientação no sentido da subida da tarifa de táxi, tendo repudiado este procedimento dos seus membros.

Reagindo à situação, o chefe de secção dos transportes, tráfego e mobilidade da Administração Municipal de Mbanza Kongo, Manuel Mantantu Júnior, disse que decisão unilateral de subida do preço do táxi constitui uma transgressão administrativa.

Prometeu convocar um encontro com os mototaxistas para uma abordagem consensual do assunto, frisando que a tarifa regulamentada varia entre os 150 e 200 Kwanzas, de acordo com o trajecto de corrida de táxi.

Fez saber que as autoridades administrativas locais controlam 264 motoqueiros que exercem a actividade de táxi, que movimentam a maior parte dos munícipes locais para dentro e fora da cidade.