Angola deve fazer marketing agressivo para transformar o turismo em "petróleo"

  • Quedas de Calandula, em Malanje.
Luanda - O especialista angolano em turismo, Jonh Kelvin, defende a necessidade de um marketing agressivo e maior criatividade das autoridades e empresários para que o turismo em Angola se torne no segundo “petróleo” no país, para gerar receitas e criar postos de trabalho.

O também investigador, que colocou no mercado, no dia 24 de Abril, o seu estudo científico intitulado "O Turismo, o Novo  Petróleo de Angola", aponta, além do marketing agressivo, a necessidade da modernização dos serviços neste campo, sobretudo nesse período de pandemia.

Olhando para outras paragens em África, a exemplo da África do Sul, onde reside actualmente, John Kelvin refere que o turismo em Angola só vai dar os  resultados almejados se as entidades competentes investirem na informação daquilo que se tem e criarem políticas inclusivas.

“Só nesse país, a nível do continente africano, os números apontam para 10, 29 milhões de dólares, em 2017”, destacou em entrevista à ANGOP, apelando para maior presença digital, através de websites, páginas actualizadas e activas nas redes sociais, e adaptação às tendências globais do sector.

O especialista sublinhou que Angola "Pode ter o melhor produto do mundo, mas se ninguém saber sobre eles, de nada valerá", pelo que sugeriu projectos que incluam diferentes actores da sociedade e que os mesmos sejam também sustentáveis e amplamente divulgados.

No seu entender, Angola precisa gerir os seus mais variados destinos turísticos, como os pólos de desenvolvimento turístico e outras zonas de atracção turística existentes no país para que este segmento económico possa contribuir com maior peso no PIB e gerar receitas.

Antes da pandemia da Covid-19, Angola chegou a definir os seus pontos turísticos a nível nacional, como o Pólo Turístico do Cabo Ledo e Mussulo (em Luanda), Calandula, na província de Malanje, entre outros encantos naturais, monumentos e sítios de interesse histórico.

Como exemplo, de outras paragens, aponta a figura do Cristo Rei, no Brasil, considerando uma indústria multimilionária, que movimenta ao local milhares de cidadãos de várias nacionalidades, contribuindo para as receitas daquele Estado sul-americano.

O turismo mundial, no pré-pandemia da Covid-19, era responsável por 10,4%  do produto global bruto, tendo criado 313 milhões de empregos e uma média anual de facturação de 38 biliões de dólares, gerados principalmente pelas viagens intercontinentais.

 

O também investigador, que colocou no mercado, no dia 24 de Abril, o seu estudo científico intitulado "O Turismo, o Novo  Petróleo de Angola", aponta, além do marketing agressivo, a necessidade da modernização dos serviços neste campo, sobretudo nesse período de pandemia.

Olhando para outras paragens em África, a exemplo da África do Sul, onde reside actualmente, John Kelvin refere que o turismo em Angola só vai dar os  resultados almejados se as entidades competentes investirem na informação daquilo que se tem e criarem políticas inclusivas.

“Só nesse país, a nível do continente africano, os números apontam para 10, 29 milhões de dólares, em 2017”, destacou em entrevista à ANGOP, apelando para maior presença digital, através de websites, páginas actualizadas e activas nas redes sociais, e adaptação às tendências globais do sector.

O especialista sublinhou que Angola "Pode ter o melhor produto do mundo, mas se ninguém saber sobre eles, de nada valerá", pelo que sugeriu projectos que incluam diferentes actores da sociedade e que os mesmos sejam também sustentáveis e amplamente divulgados.

No seu entender, Angola precisa gerir os seus mais variados destinos turísticos, como os pólos de desenvolvimento turístico e outras zonas de atracção turística existentes no país para que este segmento económico possa contribuir com maior peso no PIB e gerar receitas.

Antes da pandemia da Covid-19, Angola chegou a definir os seus pontos turísticos a nível nacional, como o Pólo Turístico do Cabo Ledo e Mussulo (em Luanda), Calandula, na província de Malanje, entre outros encantos naturais, monumentos e sítios de interesse histórico.

Como exemplo, de outras paragens, aponta a figura do Cristo Rei, no Brasil, considerando uma indústria multimilionária, que movimenta ao local milhares de cidadãos de várias nacionalidades, contribuindo para as receitas daquele Estado sul-americano.

O turismo mundial, no pré-pandemia da Covid-19, era responsável por 10,4%  do produto global bruto, tendo criado 313 milhões de empregos e uma média anual de facturação de 38 biliões de dólares, gerados principalmente pelas viagens intercontinentais.