Empresas públicas devem ser envolvidas no incentivo ao turismo interno

  • Estrada que liga a cidade de Cabinda à vila de Lândana, no município de Cacongo
Luanda – O turismo interno em Angola pode ter maior relevância e despertar cada vez mais o interesse dos angolanos, caso o Executivo promova regularmente excursões, de autocarro, destinadas a empresas e trabalhadores públicos, considerou, hoje, em Luanda, o especialista Kelvin Jonh.

Em entrevista à Angop, sobre as alternativas do sector face à covid-19, o também investigador sugere que a iniciativa seja “idealmente Ministerial ou do Infotur, onde os trabalhadores públicos passariam a conhecer Angola por rodovias, com um itinerário bem desenhado e rico”.

“Projectos como este podem fomentar o turismo interno. E, por outra, precisamos ter uma presença digital para que os turistas internos e externos tenham acesso a informações fidedignas que lhes permitirão tomar decisões”, referiu, salientando que o mesmo poderá designar-se “Angola por autocarro”.

Kelvin Jonh argumentou que Angola deve fomentar e tornar atractivo o turismo interno, tendo em conta que a pandemia da Covid 19 dá essa oportunidade de se explorar as potencialidades turísticas do país, numa altura em que o interesse pelas viagens de lazer pelo mundo estão praticamente vetadas.

“Há um mercado existente em Angola que nas férias viaja para Portugal, África do Sul e outros destinos, mas que hoje não tem a mesma vontade de viajar e está a procura de uma alternativa interna para poder gastar esse capital e proporcionar um momento de qualidade para a sua família”, alertou.

Uma outra medida, apontou o autor do artigo científico “Turismo - O Novo Petróleo de Angola” é a gestão das atracções turísticas, visto que os destinos turísticos estão a ser subaproveitados, porquanto, a gestão eficiente destas atracções permitirá criar empregos e gerar receitas fiscais ao Governo.

De acordo com esse especialista angolano, o turismo é uma indústria transversal, e para se fazer turismo propriamente dito precisa-se do apoio de várias outras indústrias, de estradas para o acesso fácil aos destinos turísticos e transportes, para se levar aos vários pontos.

“Precisaremos também de hotéis e Guest-houses para os turistas passarem a noite, restaurantes para comerem, energia e água para que eles tenham uma boa estadia, guias turísticos, para poderem informá-los sobre a riqueza cultural de um determinado ponto turístico, e assim fomentar-se o turismo em Angola”, notou.

Na ocasião, Kelvin Jonh disse concordar com a informação do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística, do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente segundo a qual para o relançamento da indústria turística em Angola, no pós-covid-19, são necessários 7,5 milhões de euros como valor pontual

Actualmente, a indústria do turismo globalmente vive tempos difíceis devido as restrições instauradas pelos Governos a volta do mundo e pela Organização Mundial da Saúde, sendo a aviação uma das actividades mais afectadas, porque muitos países ainda vivem período de “lockdown” total.

Com isso, não estão efectuados voos, e os que estão autorizados a efectuar não estão a operar na sua capacidade máxima. A Região Austral de África também está afectada e Angola, em particular, tem a sua indústria turística, quase toda imobilizada e actualmente a indústria vive momentos mesmo muitos desafiantes.

Para fazer-se face a situação, a Organização Mundial do Turismo (OMT) lançou recentemente um programa denominado ”restart tourism” (recomeçar o turismo) que visa recomeçar a indústria turística a volta do mundo e trazê-la a sua “velha glória”.

 

 

Em entrevista à Angop, sobre as alternativas do sector face à covid-19, o também investigador sugere que a iniciativa seja “idealmente Ministerial ou do Infotur, onde os trabalhadores públicos passariam a conhecer Angola por rodovias, com um itinerário bem desenhado e rico”.

“Projectos como este podem fomentar o turismo interno. E, por outra, precisamos ter uma presença digital para que os turistas internos e externos tenham acesso a informações fidedignas que lhes permitirão tomar decisões”, referiu, salientando que o mesmo poderá designar-se “Angola por autocarro”.

Kelvin Jonh argumentou que Angola deve fomentar e tornar atractivo o turismo interno, tendo em conta que a pandemia da Covid 19 dá essa oportunidade de se explorar as potencialidades turísticas do país, numa altura em que o interesse pelas viagens de lazer pelo mundo estão praticamente vetadas.

“Há um mercado existente em Angola que nas férias viaja para Portugal, África do Sul e outros destinos, mas que hoje não tem a mesma vontade de viajar e está a procura de uma alternativa interna para poder gastar esse capital e proporcionar um momento de qualidade para a sua família”, alertou.

Uma outra medida, apontou o autor do artigo científico “Turismo - O Novo Petróleo de Angola” é a gestão das atracções turísticas, visto que os destinos turísticos estão a ser subaproveitados, porquanto, a gestão eficiente destas atracções permitirá criar empregos e gerar receitas fiscais ao Governo.

De acordo com esse especialista angolano, o turismo é uma indústria transversal, e para se fazer turismo propriamente dito precisa-se do apoio de várias outras indústrias, de estradas para o acesso fácil aos destinos turísticos e transportes, para se levar aos vários pontos.

“Precisaremos também de hotéis e Guest-houses para os turistas passarem a noite, restaurantes para comerem, energia e água para que eles tenham uma boa estadia, guias turísticos, para poderem informá-los sobre a riqueza cultural de um determinado ponto turístico, e assim fomentar-se o turismo em Angola”, notou.

Na ocasião, Kelvin Jonh disse concordar com a informação do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística, do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente segundo a qual para o relançamento da indústria turística em Angola, no pós-covid-19, são necessários 7,5 milhões de euros como valor pontual

Actualmente, a indústria do turismo globalmente vive tempos difíceis devido as restrições instauradas pelos Governos a volta do mundo e pela Organização Mundial da Saúde, sendo a aviação uma das actividades mais afectadas, porque muitos países ainda vivem período de “lockdown” total.

Com isso, não estão efectuados voos, e os que estão autorizados a efectuar não estão a operar na sua capacidade máxima. A Região Austral de África também está afectada e Angola, em particular, tem a sua indústria turística, quase toda imobilizada e actualmente a indústria vive momentos mesmo muitos desafiantes.

Para fazer-se face a situação, a Organização Mundial do Turismo (OMT) lançou recentemente um programa denominado ”restart tourism” (recomeçar o turismo) que visa recomeçar a indústria turística a volta do mundo e trazê-la a sua “velha glória”.