Secretário de Estado aponta fragilidades do sector do turismo

  • Secretário de Estado para o Planeamento, Milton Reis
Luanda– O secretário de Estado para o Planeamento, Milton Reis, apontou, esta terça-feira, em Luanda, cinco principais fragilidades da cadeia de valor do turismo em Angola, tendo destacado a questão alojamento e produtos turísticos como os principais “calcanhar de Aquiles”.

Na sua intervenção no fórum sobre “O desafio do turismo na era da pandemia da Covid-19”, o responsável referiu que à capacidade de oferta de alojamento e produtos turísticos, bem como pólos e locais com potencial de se tornarem produtos turísticos de referência, estão subaproveitados.

O secretário de Estado do Planeamento apontou também a questão da energia eléctrica, água e saneamento básico, bem como a experiência turística em Angola, referenciando a falta de experiência turística dos guias turísticos, simpatia e nível de atendimento, comunicações, segurança e estruturas de apoio.

Sobre a questão da acessibilidade, Milton Reis referiu que a burocracia no acesso ao visto tem condicionado a vinda de turistas para o país, como também as dificuldades de mobilidade dentro e entre as províncias, seja via aérea, terrestre ou marítima.

Estratégia Sectorial, Legislação e Gestão de Políticas do Sector turismo, foi também evocada pelo responsável como uma das fragilidades, uma vez se verificar à falta de estratégia para alguns temas do turismo, bem como na elaboração/actualização de legislação do sector.

Para fazer face ao desafio de alavancar o sector turismos em Angola, secretário de Estado para o Planeamento afirmou que o Programa de Desenvolvimento Nacional 2018/2022 apresenta o Programa de Desenvolvimento Hoteleiro e Turístico que procura criar condições para o desenvolvimento estruturado do sector, visando o aumento e diversificação da oferta hoteleira e turística (suportada em investimento privado), de modo a atrair turistas nacionais e estrangeiros, a aumentar receitas e emprego.

Sequencialmente, o programa prioriza ainda temas ligados com a regulamentação e fomento do turismo, promoção dos Pólos de Desenvolvimento Turísticos e melhoria dos serviços hoteleiros, turísticos e de restauração, em termos qualitativos, através de recursos humanos capacitados.

Por sua vez, o secretário de Estado do Turismo, Hélder Marcelino, considerou ser prioridade neste momento a promoção do turismo interno, bem como a necessidade da descentralização das instituições turísticas a nível do país.

“Para além destes desideratos, temos também de velar pela maior qualificação dos profissionais do turismo, bem como sensibilizar as comunidades para uma convivência sadia com os turistas”, referiu.

Para fazer face a situação pandémica, o responsável do sector do turismo disse estar a ser analisado um pacote de apoio financeiro a tesouraria das empresas, bem como estudar um plano de redução das cargas fiscais mediante ao reescalonamento das empresas do sector.

Já o presidente da Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA), Ramiro Barreira, referiu que até ao momento não há nenhuma medida de apoio para as empresas do sector do turismo, bem como ajuda para que algumas que fecharam as portas possam retornar.

Ramiro Barreira estima que mais de cem mil pessoas encontram-se desempregados devido a crise económica e à pandemia da Covid-19 que atingiu o sector.

“O estado tem de criar mecanismos para que as empresas possam ressurgir, para que a posterior irem buscar os impostos”, referiu.    

O fórum sobre “O desafio do turismo na era da pandemia da Covid-19”, realiza-se no âmbito do dia Mundial do Turismo, assinalado a 27 de Setembro e, decorre sob o lema “Turismo para um crescimento inclusivo”.

Na sua intervenção no fórum sobre “O desafio do turismo na era da pandemia da Covid-19”, o responsável referiu que à capacidade de oferta de alojamento e produtos turísticos, bem como pólos e locais com potencial de se tornarem produtos turísticos de referência, estão subaproveitados.

O secretário de Estado do Planeamento apontou também a questão da energia eléctrica, água e saneamento básico, bem como a experiência turística em Angola, referenciando a falta de experiência turística dos guias turísticos, simpatia e nível de atendimento, comunicações, segurança e estruturas de apoio.

Sobre a questão da acessibilidade, Milton Reis referiu que a burocracia no acesso ao visto tem condicionado a vinda de turistas para o país, como também as dificuldades de mobilidade dentro e entre as províncias, seja via aérea, terrestre ou marítima.

Estratégia Sectorial, Legislação e Gestão de Políticas do Sector turismo, foi também evocada pelo responsável como uma das fragilidades, uma vez se verificar à falta de estratégia para alguns temas do turismo, bem como na elaboração/actualização de legislação do sector.

Para fazer face ao desafio de alavancar o sector turismos em Angola, secretário de Estado para o Planeamento afirmou que o Programa de Desenvolvimento Nacional 2018/2022 apresenta o Programa de Desenvolvimento Hoteleiro e Turístico que procura criar condições para o desenvolvimento estruturado do sector, visando o aumento e diversificação da oferta hoteleira e turística (suportada em investimento privado), de modo a atrair turistas nacionais e estrangeiros, a aumentar receitas e emprego.

Sequencialmente, o programa prioriza ainda temas ligados com a regulamentação e fomento do turismo, promoção dos Pólos de Desenvolvimento Turísticos e melhoria dos serviços hoteleiros, turísticos e de restauração, em termos qualitativos, através de recursos humanos capacitados.

Por sua vez, o secretário de Estado do Turismo, Hélder Marcelino, considerou ser prioridade neste momento a promoção do turismo interno, bem como a necessidade da descentralização das instituições turísticas a nível do país.

“Para além destes desideratos, temos também de velar pela maior qualificação dos profissionais do turismo, bem como sensibilizar as comunidades para uma convivência sadia com os turistas”, referiu.

Para fazer face a situação pandémica, o responsável do sector do turismo disse estar a ser analisado um pacote de apoio financeiro a tesouraria das empresas, bem como estudar um plano de redução das cargas fiscais mediante ao reescalonamento das empresas do sector.

Já o presidente da Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA), Ramiro Barreira, referiu que até ao momento não há nenhuma medida de apoio para as empresas do sector do turismo, bem como ajuda para que algumas que fecharam as portas possam retornar.

Ramiro Barreira estima que mais de cem mil pessoas encontram-se desempregados devido a crise económica e à pandemia da Covid-19 que atingiu o sector.

“O estado tem de criar mecanismos para que as empresas possam ressurgir, para que a posterior irem buscar os impostos”, referiu.    

O fórum sobre “O desafio do turismo na era da pandemia da Covid-19”, realiza-se no âmbito do dia Mundial do Turismo, assinalado a 27 de Setembro e, decorre sob o lema “Turismo para um crescimento inclusivo”.