Turismo convida empresários a investir nas cacimbas da Môngua

  • Um ângulo da cidade de Ondjiva, província do Cunene
Ondjiva – Os operadores turísticos da província do Cunene foram convidados hoje, em Ondjiva, a investir nos serviços de apoio nas cacimbas da Môngua, na localidade de Oshana Sha Ukangula (Cuanhama), para atrair turistas, gerar empregos e receitas.

Nas 12 cacimbas da Môngua, local classificado património cultural nacional, travou-se, em 1915, uma das batalhas mais sangrentas da luta de resistência de ocupação colonial entre as forças do último soberano dos Kwanhamas, Mandume-ya-Ndemufayo, e o exército colonialista português.

A batalha centralizada na defesa das 12 famosas cacimbas, na altura único lugar onde se podia conseguir água, face à seca cíclica que sempre se fez sentir naquela zona, marcou uma viragem decisiva no processo de ocupação colonial do sul de Angola.

Falando numa palestra sobre o “O impacto do turismo, na economia local”, o director provincial do gabinete da Cultura no Cunene, Fernando Hipunyati, disse que com a criação de serviços de apoio, como os de restauração, o local histórico atrairia mais turistas e seria melhor aproveitado.

Para além das cachimbas da Môngua, afirmou que Cunene dispõem das Cataratas do Ruacana e as quedas do Monte Negro, localizadas no rio Cunene, na fronteira com Namíbia, que carecem também de investimento no domínio turístico.

Fernando Hipunyati salientou que o turismo constitui uma oportunidade para a diversificação da economia e atracção de investimento, daí que o aproveitamento dessas zonas se torna fundamental.

A palestra serviu para assinalar o  Dia Mundial do Turismo que hoje se comemora.

Nas 12 cacimbas da Môngua, local classificado património cultural nacional, travou-se, em 1915, uma das batalhas mais sangrentas da luta de resistência de ocupação colonial entre as forças do último soberano dos Kwanhamas, Mandume-ya-Ndemufayo, e o exército colonialista português.

A batalha centralizada na defesa das 12 famosas cacimbas, na altura único lugar onde se podia conseguir água, face à seca cíclica que sempre se fez sentir naquela zona, marcou uma viragem decisiva no processo de ocupação colonial do sul de Angola.

Falando numa palestra sobre o “O impacto do turismo, na economia local”, o director provincial do gabinete da Cultura no Cunene, Fernando Hipunyati, disse que com a criação de serviços de apoio, como os de restauração, o local histórico atrairia mais turistas e seria melhor aproveitado.

Para além das cachimbas da Môngua, afirmou que Cunene dispõem das Cataratas do Ruacana e as quedas do Monte Negro, localizadas no rio Cunene, na fronteira com Namíbia, que carecem também de investimento no domínio turístico.

Fernando Hipunyati salientou que o turismo constitui uma oportunidade para a diversificação da economia e atracção de investimento, daí que o aproveitamento dessas zonas se torna fundamental.

A palestra serviu para assinalar o  Dia Mundial do Turismo que hoje se comemora.